quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Os principais candidatos ao cargo de Papa 






Posted: 19 Feb 2013 12:07 PM PST
Muito tem se falado sobre a renúncia do Papa Bento XVI, que anunciou recentemente ao mundo sobre sua renúncia, pegando a todos de surpresa. Mas Bento XVI continuará no cargo de Papa até o próximo dia 28, quando então se retira de vez, deixando aberta a vaga para um novo candidato. Mas quem são os possíveis candidatos ao cargo de Papa?
Em todo o mundo é grande a expectativa e o que não faltam são especulações. A igreja Católica talvez até antecipe o Conclave, para a escolha do próximo sucessor.
 Os principais candidatos ao cargo de Papa
Um dos candidatos ao cargo de Papa é daqui do Brasil, o arcebispo Odilo Pedro Scherer, que supostamente teria seu nome em uma lista de possíveis papáveis.
Outro forte candidato é o cardeal Christoph Schônborn. Seu nome é muito indicado e o cardeal de Viena vem até sendo apontado por muitos como um dos principais candidatos.
Peter Turkson, 64 anos, é responsável pelo Departamento de Justiça e Paz e também é porta-voz do vaticano para todos os problemas sociais. Se ele se tornar papa, seria o primeiro papa negro e também o primeiro papa que não é europeu, mas poucos acreditam que ele venha a ser o escolhido.
Milão tem um candidato forte ao cargo de papa, o arcebispo Angelo Scola. Mas muitos não acreditam que, só pelo fato de ser de Milão ele venha a ser escolhido.
E tem ainda o cardeal Marc Ouellet, que é presidente da Comissão Pontifícia apra a América Latina e da Congregação para os Bispos.
 Os principais candidatos ao cargo de Papa
Assim que deixar o cargo de Papa, Bento XVI irá dedicar sua vida à oração e também à escrita, não tendo nenhuma interferência na atuação do novo papa, que ocupará seu lugar.
O novo Papa terá que enfrentar muitos problemas internos e externos vividos hoje pela igreja católica. Os meios de comunicação se modernizaram, estão ágeis, interativos e a igreja precisará descobrir uma nova forma de atuação diante deste novo cenário.
 Os principais candidatos ao cargo de Papa

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013


Carne em essência - uma reflexão bíblica sobre o Carnaval

08/02/2013
Por Felipe Lemos

Uma parte do Brasil da a impressão de tentar fugir do estereótipo de país do Carnaval, mas, na prática, a festa continua mais popular do que nunca e com patrocínio público e privado que lhe dá longevidade. Nos últimos anos, a participação de entidades e igrejas cristãs parece ter aumentado nesse que se transformou em um negócio lucrativo para muitos. E qual é a posição bíblica a respeito do Carnaval? Há algum tipo de aprovação, da parte de Deus, para a realização e participação nessa festa?
Antes de mencionar a Bíblia, é prudente compreender a história do Carnaval e o que hoje essa festa representa no Brasil. Segundo alguns sites de história, a origem do carnaval é desconhecida. Há os que atribuem a origem dessa festa aos cultos agrários realizados pelos povos primitivos, dez mil anos antes de Cristo, quando esses povos celebravam as boas colheitas com cânticos e danças. Outros atribuem às festas em homenagem a deusa Ísis e ao boi Ápis, no Egito antigo, ou ainda na Grécia e Roma antigas.
Segundo o Guia do Estudante da Abril, voltado a quem estuda, “eram grandes festejos pagãos, cheios de comida e bebida, para comemorar colheitas e louvar divindades e ocorriam entre novembro e dezembro”. O site Brasil Escola, também referência para pesquisas, informa que “o carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Posteriormente, os gregos e romanos inseriram bebidas e práticas sexuais na festa, tornando-a intolerável aos olhos da Igreja”. Na edição de 2002, a revista Superinteressante divulgava que “só no século VII, na Grécia, o Carnaval foi oficializado como festejo à honra de Dionísio, deus do êxtase e do entusiasmo. A partir daí, os carnavais passaram a incluir orgias sexuais e etílicas – uma característica que chegou ilesa aos dias de hoje”. E a Igreja Católica, que inicialmente combatia os festejos carnais, acabou incorporando o feriado ao seu calendário oficial e o Carnaval passou a ter aval religioso também.
Conceito claro – Basta perceber, nos textos sobre a história do Carnaval, as palavras-chave mais usadas para se ter uma noção do conceito que caracteriza a festividade. Termos como pagão, orgia, bebidas e prazer dão uma ideia bem definida do que se trata o Carnaval. Foi uma invenção humana para tentar celebrar algo com as divindades aceitas por aqueles que não creem em um Deus único e pessoal tal como descrito na Bíblia Sagrada.
Na Bíblia, Deus não aprova quaisquer práticas que desvirtuem o casamento ou a sexualidade. O sexo foi estabelecido no Éden quando Deus uniu homem e mulher como uma só carne e não deu margem para que fosse praticado de maneira despreocupada ou inconsequente. Pelo contrário. Em toda a trajetória do povo de Israel, o Senhor deixou claro que um dos segredos do êxito estaria em seguir os conselhos divinos e fugir do mau exemplo de nações vizinhas quanto à adoração de vários deuses e tudo que isso acarretava como orgias e bebedeiras. Aliás, a embriaguez que leva a uma dificuldade de racionalmente estar em contato com Deus, por causa da alteração fisiológica, também não tem a aprovação divina. Os episódios que envolveram Noé, Ló, o rei Elá e outros demonstram claramente que o uso de bebidas alcoólicas em excesso não teve bons resultados.
E eu pergunto: o Carnaval mudou muito desde suas origens pagãs romanas ou gregas? Provavelmente não. Entre as grandes patrocinadoras da festa no Brasil estão cervejarias e até mesmo o governo faz questão de incentivar muita festa e busca por prazer sensual desde que a pessoa use preservativos para evitar doenças venéreas ou AIDS. Ou seja, orgia, depravação sexual e embriaguez continuam sendo palavras-chave da festa dos tempos atuais.
Testemunho prejudicado – Diante disso, é preciso refletir sobre se há espaço para pessoas cristãs, que dizem seguir os ensinamentos bíblicos, nessa festa popular. O argumento comum de muitos cristãos que vão, até mesmo em blocos organizados, para esse tipo de evento é que estão ali para influenciar, para serem o sal da terra. Só devem atentar para o fato de que o ambiente não é propício para esse tipo de intenção. Pessoas dispostas a ter o máximo de prazer sensual e carnal, muitas delas entorpecidas pelo uso de substâncias que alteram seu estado normal de consciência, dificilmente conseguirão absorver qualquer tipo de mensagem bíblica que exige a capacidade racional em seu melhor desempenho. Recordemos que Daniel, o humilde servo de Deus, não se atreveu a ingressar nas festas promovidas pelos monarcas babilônicos a fim de dar qualquer mensagem profética. Seu exemplo, como excelente profissional e fiel temente ao Senhor, falou muito mais alto e não o impediu de dar um testemunho. Mas você não lerá sobre Daniel misturado a uma festa pagã tentando mostrar os ensinos divinos.
                Além disso, há o risco de levar jovens a esse tipo de local, pois muitos deles vivem uma luta espiritual a fim de se manterem ao lado de Cristo diante de tantas tentações. Conduzi-los a um terreno em que são abertamente realizadas práticas contrárias à Bíblia é submetê-los a uma provação que poderia ser evitável. Vai causar a nítida ideia de que, afinal de contas, o pecado não é tão desagradável, visto tanta gente sorrindo. Ainda que, em essência, essa alegria seja passageira e motivada por uma alienação da realidade.
                Fico com o conselho de Paulo, que em Romanos 12:1,2 diz “rogo-vos irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com esse século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. Pessoas que desejam ter uma vida qualificada espiritualmente não podem experimentar ambientes em que o enfoque é saciar os desejos carnais.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Sermão(09/03) Dia de Oração e Jejum - Pr. Erton Köhler da Igreja Adventista


                                  Poder da oração

28 de Fevereiro – quinta-feira

Orar Por Nossa Condição Espiritual
Versículo: E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo. João 16:8

01 de Março – sexta-Feira

Orar em confissão, reconhecendo nossos pecados.
Versículo: E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo. João 16:8

02 de Março – sábado

Orar pela nossa reconsagração a Deus.
Versículo: E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo. João 16:8

03 de Março – domingo

Orar reconhecendo e desejando o Espírito Santo
Versículo: E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o dia da redenção. Efésios 4:30

04 de Março – segunda-feira

Orar pelo reconhecimento da importância da Oração
Versículo: E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis. Romanos 8:26

05 de Março – terça-feira

Orar pela valorização do estudo diário da Bíblia
Versículo: Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade. João 17:17

06 de Março – quarta-feira

Orar pelo perdão divino e perdão humano
Versículo: E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores; Mateus 6:12

07 de Março – quinta-feira

Orar pelo crescimento no amor fraternal. – orando pelos nossos vizinhos, amigos da esperança, e convidando para a Semana Santa.
Versículo: Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. João 13:34

08 de Março – sexta-feira

Orar pelo fruto do Espirito Santo em nossa vida. – orando pelos nossos vizinhos e amigos da esperança, e convidando para a Semana Santa.
Versículo: Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra estas coisas não há lei. Gálatas 5:22-23

09 de Março – sábado

10 horas de Oração e Jejum na Igreja – busca pelo Espírito Santo, Reavivamento e Reforma.

Promoção 10 Dias de Oração 28/02 a 09/03 da Igreja Adventista


10 Dias de Oração + Dia de Oração e Jejum

O que é?

É um tempo especial de consagração, promovido pela Igreja Adventista na América do Sul, que começa com 10 dias de oração por Espírito Santo e por Reavivamento e Reforma (28/02 a 09/03), e se encerra com um dia especial de oração e jejum (sábado, 9 de março) nas Igrejas Adventistas.

Programação 9 de março – 10 horas de Oração e Jejum

É importante que os fiéis faça jejum juntos, neste dia especial de oração na igreja. A programação pode começar já na Escola Sabatina e se estender por toda a tarde até que se completem as 10 horas de oração e jejum. Abaixo seguem sugestões de:
Motivos de orações:
  • Perseverar na doutrina Bíblica – Atos 2:42
  • Viver em comunhão e oração – Atos 2:42 a 47
  • Permitir atuação poderosa de Deus em minha vida – Atos 2:43
  • Fortalecer a unidade da igreja - Atos 2:44
  • Crescer em fidelidade e generosidade – Atos 2:45
  • Revitalizar a adoração e culto – Atos 2:46
  • Multiplicar a igreja nas casas através dos PG – Atos 2:46
  • Louvar a Deus e testemunhar – Atos 2:47
  • Afirmar os principios do Discipulado: comunhão, relacionamento e missão – Atos 2:47
  • Pedir o batismo do Espirito Santo e se tornar uma testemunha – Atos 1:8
Programação:
  • Louvor – Santa Ceia – Batismo
  • Atividades em grupo de estudo.
  • Testemunhos ao vivo e em vídeos.
  • Tendas ou Salas de Oração.
  • Visitar os vizinhos da Igreja, para informa-lhes que estamos orando por eles e entregar cartão com informações da IASD.
  • Convidar os vizinhos da Igreja para um horário no programa que iremos orar por eles.
  • Onde houver rádio local, fazer uma programação ao vivo, solicitando que os ouvintes entrem em contato solitando oração.
  • Apresentação do video Documento de Estilo de Vida Adventista – adultos e juvenis